MindScan™ Empresas · com o Instituto InMind

Saúde mental para empresas: cuidar do colaborador para aumentar satisfação, produtividade e faturamento.

Uma plataforma própria para o trabalho, com avaliações em ciclos (sintomas, burnout, riscos psicossociais, motivação, equipe, liderança e adequação à função) e suporte psicológico e psiquiátrico do Instituto InMind incluído, presencial e on-line. A empresa acompanha produtividade, burnout e afastamentos por setor; o colaborador recebe cuidado contínuo, com sigilo e dentro da LGPD.

Responsável técnico: Dr. David Sosa Dias, psiquiatra · CRM-RJ 52.86494-3 · RQE 19051

Para você, fora da empresa: o teste de saúde mental no trabalho, gratuito e só seu.

Onde está a perda

A maior parte da conta não aparece como afastamento.

Antes de cada afastamento vêm meses de queda de rendimento, e para cada pessoa afastada há muitas outras trabalhando com sintomas. Um programa que só reage ao afastamento chega tarde para a maior parte da perda.

  • Estimativa do modelo

    R$ 4.936

    de perda por colaborador por ano, somando afastamentos, licenças curtas e queda de rendimento

  • Estimativa do modelo

    ≈ 84%

    dessa perda acontece com a pessoa ainda trabalhando, rendendo menos, antes de qualquer afastamento

  • Estimativa do modelo

    R$ 54.860

    custo de um afastamento para a empresa, além do benefício pago pelo INSS

  • Dado público · 2025

    ≈ 546 mil

    afastamentos pelo INSS por transtornos mentais no Brasil, quase o dobro de 2023

Modelo com 300 colaboradores e salário médio de R$ 4.500, premissas no fim da página. Os dados do INSS, o presenteísmo e o método estão no guia de presenteísmo e afastamentos: calcule a perda da sua empresa.

O que a empresa contrata

Três frentes, um só programa.

A entrega é resultado acompanhado, inteligência contínua e cuidado de verdade para quem precisa. Não é uma rodada de questionários.

  1. 01 · Resultado de negócio

    Faturamento e produtividade preservados, medidos a cada ciclo.

    • Linha de base antes de começar: afastamentos e licenças por saúde mental, absenteísmo, turnover e a perda estimada pelo modelo.
    • Metas combinadas no piloto e indicadores por setor reportados a cada ciclo.
    • Perda evitada estimada com premissas abertas. É estimativa, não promessa: o piloto existe para medir o efeito real na sua empresa.
  2. 02 · Avaliação contínua

    MindScan™ Empresas: uma plataforma própria, focada no trabalho.

    • A plataforma usa os instrumentos validados do MindScan™ aplicados ao trabalho: sintomas, burnout, fatores psicossociais, motivação, equipe, liderança e adequação à função, entre outros instrumentos validados, com adaptação e curadoria do Dr. David Sosa.
    • Ciclos periódicos mostram onde o rendimento está caindo, que fatores do trabalho pesam e se as medidas estão funcionando.
    • Para a empresa, só números agregados por setor, em grupos com 10 ou mais respondentes.
  3. 03 · Cuidado incluído

    Suporte psicológico e psiquiátrico já incluído na implantação.

    • No Instituto InMind: presencial no Rio de Janeiro, em Botafogo, e on-line, para colaboradores em qualquer cidade.
    • Acolhimento psicológico em até 7 dias e primeira consulta psiquiátrica em até 48 horas, de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sinal de risco aciona o protocolo de segurança no mesmo dia.
    • Curadoria e supervisão clínica do Dr. David Sosa Dias. O escopo de atendimentos é dimensionado no plano de cada empresa, e o convite ao cuidado nunca é obrigatório.

A plataforma

O que o MindScan™ Empresas avalia.

Só o que importa para a saúde e o rendimento no trabalho. Personalidade entra apenas na adequação à função, com resultado só para o colaborador; diagnóstico, relações pessoais e as demais dimensões do MindScan individual ficam de fora.

A pessoa no trabalho

Cada colaborador recebe o próprio retorno, com sigilo. A empresa vê só agregados por setor — e, da adequação à função, nada, a não ser que o colaborador compartilhe.

  • Sinais e sintomas

    Ansiedade, humor e estresse, com escalas validadas de rastreio.

  • Risco de burnout

    Esgotamento e distanciamento do trabalho, antes que virem afastamento.

  • Motivação e propósito

    Engajamento, sentido no trabalho e rendimento percebido.

  • Adequação ao trabalho

    Como a pessoa se sente na função, e o que do jeito dela ajuda ou pesa ali. O resultado é só do colaborador: se não se sentir adequado ou adaptado, ele decide se compartilha com a empresa para pedir um ajuste.

O trabalho e a equipe

Os 13 fatores de risco psicossociais do guia do Ministério do Trabalho, por setor.

  • Demandas

    Excesso de demandas, subcarga, ritmo e clareza de papel.

  • Reconhecimento e justiça

    Recompensas, reconhecimento e justiça organizacional.

  • Autonomia e mudanças

    Controle sobre o próprio trabalho e a forma como as mudanças são conduzidas.

  • Equipe e liderança

    Relacionamento, apoio e comunicação na equipe, e a liderança na percepção de quem é liderado.

  • Assédio e isolamento

    Assédio de qualquer natureza, eventos violentos e trabalho remoto ou isolado.

O resultado para a empresa

Comparado à linha de base, a cada ciclo.

  • Produtividade

    Rendimento preservado e presenteísmo, por setor.

  • Afastamentos e turnover

    Afastamentos e licenças por saúde mental, absenteísmo e saídas.

  • Perda evitada estimada

    O mesmo modelo da calculadora, com os números da empresa e premissas abertas.

  • NR-1

    Inventário de riscos psicossociais e plano de ação do PGR, com a participação dos trabalhadores.

Os fatores de risco seguem o guia da NR-1; os indicadores de produtividade e afastamento usam o modelo de presenteísmo e afastamentos. Instrumentos e critérios de leitura com curadoria do Dr. David Sosa Dias.

Caso de negócio

A conta com os números da sua empresa.

Informe o número de colaboradores e o salário médio. O modelo valora o rendimento perdido pelo custo da folha, não pela receita que a equipe gera: é um piso conservador. Todas as premissas estão abertas e podem ser ajustadas.

Dados da sua empresa

Os números ficam só no seu navegador. Com R$ 4.500 de salário médio, um afastamento custa cerca de R$ 54.860 à empresa.

Ajustar as premissaspadrão

Perda anual estimada hoje

R$ 1,48 milhão

R$ 1.480.860 por ano, ou R$ 4.936 por colaborador.

  • Queda silenciosa de rendimento (presenteísmo)R$ 1.239.300

    54 pessoas com sintomas, rendendo em média 25% menos

  • Afastamentos pelo INSSR$ 197.496

    3,6 por ano × R$ 54.860 cada

  • Licenças curtas (menos de 15 dias)R$ 44.064

    10,8 por ano, pagas pela empresa

Perda evitada estimada por ano

R$ 430 mil

Hipóteses do programa, a medir no piloto: 25% menos afastamentos, 20% menos licenças curtas e 30% menos perda por presenteísmo. Se o efeito for metade disso, a perda evitada ainda fica em R$ 214.988.

Estimativa com premissas declaradas, não promessa de resultado. Os efeitos do programa vêm da literatura de saúde mental no trabalho e serão medidos nos pilotos.

Um afastamento, com este salário

R$ 54.860

  • Queda de rendimento antes do afastamentoR$ 10.710

    4 meses rendendo 35% menos (literatura: 30% a 50%)

  • 15 primeiros dias, pagos pela empresaR$ 3.825

    salário e encargos dos 15 dias antes do INSS

  • Reposição ou horas extrasR$ 13.770

    60% de um custo mensal por mês, durante os 3 meses de afastamento

  • Queda de rendimento da equipeR$ 9.180

    8 colegas rendendo 15% menos por 1 mês

  • Risco de desligamento depois do afastamentoR$ 14.175

    35% saem em 12 meses × reposição de 75% do salário anual

  • Risco jurídico esperadoR$ 3.200

    8% dos casos viram ação × R$ 40 mil

O benefício do INSS não entra: quem paga é a Previdência. A conta da empresa são os 15 primeiros dias, a reposição, a equipe, o risco de desligamento e o de ação trabalhista.

Como funciona

Da primeira conversa ao resultado medido.

  1. 01

    Reunião de descoberta

    Metas, setores, histórico de afastamentos e turnover. Saímos com a simulação feita com os dados da empresa e o desenho do piloto.

  2. 02

    Implantação

    Setores definidos com o RH e o SST, comunicação aos colaboradores e canais do suporte clínico abertos. A participação é voluntária.

  3. 03

    Ciclo contínuo

    Cada colaborador responde pela plataforma MindScan™ Empresas, no celular, e recebe o próprio retorno na hora. Quem precisa é convidado para o cuidado; a liderança recebe a leitura por setor e o plano de ação.

  4. 04

    Revisão de resultados

    Indicadores do ciclo comparados à linha de base, com a perda evitada estimada. A decisão de seguir é tomada com dado da própria empresa.

Conformidade como consequência

Avaliação de riscos psicossociais que vira plano de ação.

O mesmo ciclo produz o que a NR-1 pede para o inventário de riscos e o plano de ação do PGR, e o material para o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental (Lei 14.831/2024). Detalhes no guia completo da NR-1.

  • Por setor ou grupo de exposição, nas mesmas unidades do PGR.
  • Fatores do trabalho: carga, autonomia, apoio, relações e assédio. A avaliação é do trabalho, não das pessoas.
  • Plano de ação com a liderança, com prazos, participação dos trabalhadores e reavaliação a cada ciclo.

Sigilo

Quem vê o quê.

O sigilo é o que faz as pessoas participarem, e o que protege a empresa. O RH sabe quantas pessoas precisam de ajuda e em que setor; o nome fica com quem cuida.

  • Colaborador

    O próprio resultado, a orientação e o convite para o cuidado, que ele decide se aceita. Se quiser que a empresa saiba, para um ajuste de função, por exemplo, autoriza com consentimento específico e revogável.

  • Equipe de saúde

    InMind ou o SESMT da empresa, com sigilo profissional

    O nome, só para oferecer o cuidado e acompanhar o prazo de resposta. Sinal de risco aciona o protocolo de segurança no mesmo dia.

  • RH e liderança

    Números agregados por setor, em grupos com 10 ou mais respondentes: pessoas em atenção, pessoas em acompanhamento, prazos de resposta e plano de ação. Nunca dado de saúde com nome: o nome só chega com o consentimento do colaborador.

Dado de saúde com nome no RH é o que a LGPD (art. 11), o Código de Ética Médica (art. 76), a Lei 9.029/95 e a NR-7 impedem, e o que este desenho evita.

Para quem decide

Uma resposta para cada pessoa da decisão.

  • CEO e financeiro

    Qual é o retorno?

    Linha de base e metas antes de começar, indicadores a cada ciclo e a perda evitada estimada com premissas que você pode auditar. O piloto tem escopo e prazo fechados, para a decisão sair com dado da própria empresa.

  • RH e pessoas

    Vai sobrecarregar o meu time? As pessoas vão participar?

    A implantação e o cuidado ficam com a equipe do MindScan™ e do Instituto InMind. A participação é voluntária e se sustenta no sigilo: cada pessoa recebe o próprio retorno, e o RH nunca recebe nome sem consentimento.

  • SST e medicina do trabalho

    Conversa com o PGR e com o SESMT?

    Os setores seguem as unidades do PGR, e o ciclo gera os insumos do inventário de riscos e do plano de ação. O SESMT pode ser a equipe de saúde que recebe os alertas; onde não há SESMT, a InMind faz esse papel.

  • Jurídico e privacidade

    E a LGPD?

    Dado de saúde é dado sensível (LGPD, art. 11). O desenho não leva dado nominal ao RH, registra o consentimento do colaborador, só mostra agregados com 10 ou mais respondentes e define em contrato o papel de cada parte no tratamento dos dados.

Quem responde

Curadoria e supervisão clínica do Dr. David Sosa Dias.

Psiquiatra formado no IPUB/UFRJ, CRM-RJ 52.86494-3, RQE 19051, coautor da validação brasileira do MSI-BPD. É o responsável técnico do MindScan™: faz a curadoria dos instrumentos e dos critérios de leitura da plataforma e supervisiona o suporte clínico do programa.

O atendimento é do Instituto InMind (CNPJ 66.527.206/0001-82), na Rua Real Grandeza, em Botafogo, no Rio de Janeiro, e on-line. Os critérios estão na metodologia. Para ter uma amostra das perguntas sobre o trabalho, o MindScan™ aberto ao público tem o escaneamento de saúde no trabalho, que usa a mesma base.

Piloto

Agende a reunião de descoberta.

Estamos selecionando poucas empresas para a primeira rodada de pilotos. Na reunião, entendemos o contexto e as metas, simulamos com os dados da sua empresa e desenhamos o piloto: setores, indicadores, escopo do suporte clínico e prazo.

A proposta é feita para o porte e o escopo de cada empresa. Clínicas de saúde ocupacional, consultorias de SST e corretoras: o piloto também está aberto a parcerias.

Perguntas frequentes

Antes da reunião.

É o mesmo MindScan que qualquer pessoa usa?

Não. O MindScan™ Empresas é uma plataforma própria, focada no trabalho, que usa só os instrumentos validados do MindScan™ que servem a esse fim. O MindScan individual continua aberto ao público e separado da empresa: nada do que alguém faz nele chega ao empregador.

A empresa vê o perfil de personalidade ou a adequação à função dos colaboradores?

Não. A adequação à função — e a personalidade, que só entra para a pessoa entender esse ajuste — fica disponível apenas para o colaborador. Se ele não se sentir adequado ou adaptado à função e quiser apoio da empresa, como ajuste de tarefas ou mudança de área, pode compartilhar, com consentimento específico e revogável. Sem isso, a empresa não recebe nada desse bloco, nem por setor. Diagnóstico e relações pessoais ficam fora da plataforma.

O programa entrega laudo dos colaboradores?

Não. A avaliação contínua é rastreio e acompanhamento: mostra padrões e aponta quem pode se beneficiar de cuidado. Quando alguém precisa de atendimento, a conduta é decidida na consulta individual, com sigilo, e não é compartilhada com a empresa.

Quanto custa?

Não há tabela pública. A proposta é feita para o porte e o escopo de cada empresa (setores, ciclos e suporte clínico) depois da reunião de descoberta.

O suporte clínico tem limite?

O escopo de atendimentos psicológicos e psiquiátricos é definido no plano de implantação, de acordo com o tamanho da equipe, e fica escrito em contrato antes de começar.

Atende empresas fora do Rio de Janeiro?

Sim. A plataforma e o atendimento on-line funcionam para colaboradores em qualquer cidade; o atendimento presencial é no Instituto InMind, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

A empresa fica sabendo quem está mal?

Não. O RH vê números por setor, em grupos com 10 ou mais respondentes. O nome só chega à empresa se o próprio colaborador autorizar, com consentimento específico e revogável.

Premissas, limites do modelo e fontes

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Limites

  • Os dados do INSS contam benefícios, não pessoas, e só afastamentos acima de 15 dias. As licenças curtas são estimadas (3 para cada afastamento INSS) a partir de referência setorial, não de dado oficial.
  • A incidência de 1,2% ao ano é a média nacional (546 mil afastamentos sobre cerca de 48 milhões de vínculos formais). Saúde, call center e financeiro ficam acima; indústria leve, abaixo. A simulação com a empresa usa o histórico dela.
  • Os efeitos do programa (25%, 20% e 30%) são hipóteses baseadas na literatura de saúde mental no trabalho e no retorno de 4 para 1 da OMS. Ainda não há dado próprio: os pilotos existem para medir isso.
  • O rendimento perdido é valorado pelo custo da folha (salário e encargos), não pela receita que a equipe gera. Por isso a perda estimada é um piso.
  • O modelo deixa de fora a sinistralidade do plano de saúde, o prêmio salarial por reputação e as multas trabalhistas. Incluí-los só aumentaria a perda estimada.
  • Presenteísmo é o componente maior e o mais incerto. Por isso o rendimento preservado é medido e reportado a cada ciclo, não só estimado.

Premissas da perda: encargos e benefícios de 70% sobre o salário; 1,2% da equipe chega a um afastamento INSS por ano; 3 licenças curtas para cada um, de 8 dias em média; 18% da equipe com sintomas relevantes em dado momento, rendendo 25% menos. Custo de um afastamento: 4 meses de queda de 35% antes dele, os 15 primeiros dias, 3 meses de reposição a 60%, 8 colegas com 15% de queda por 1 mês, 35% de chance de desligamento com reposição de 75% do salário anual e 8% de chance de ação trabalhista de R$ 40 mil.